Sílvio Meira - vale a pena assistir.
Sílvio Meira, um sujeito singular
17 de Fevereiro de 2012Mel e limão
13 de Dezembro de 2011Se eu fosse uma abelha, preferiria ser uma operária. É que eu gosto demais de brincar dentro das flores, deitando e rolando nos gineceus.
Erro de projeto
31 de Janeiro de 2011
Jose wrote:
Minha esposa teve câncer de mama. Tirou três pequenos tumores e depois a mama inteira. Do lado esquerdo. Quando perguntei ao médico sobre as possíveis causas desse tipo de câncer, respondeu-me que se tratava de genética e de ação dos hormônios femininos.
Que diabos!, pensei. Mais um erro de projeto de quem criou essa joça.
O jeito de andar
4 de Março de 2010Há uma variedade enorme de gente no mundo — o jeito de andar de cada uma é único. De onde pegamos o jeito de andar? Noto que filhos tem semelhanças com os pais: aprenderam isso observando ou é uma herança genética? Quando era menino, eu andava com os pés pra dentro, mas, de tanto meu irmão encher a paciência, mudei e passei a direcionar as pontas dos dedões para fora. Ele dizia que quem andava com os pés pra dentro era gente burra. Eu, como acreditava muito nele, mudei o jeito de andar para não me passar por burro. Hoje, acho que não foi uma decisão inteligente. Confiar demais nele também.
Narrativas da ressurreição de Jesus
20 de Fevereiro de 2009Algumas pequenas contradições entre os textos dos evangelhos e dos atos dos apóstolos sobre a ressurreição de Jesus. Os copistas são mesmo geniais.
Beatriz
29 de Dezembro de 2008Um show de interpretação de Mônica Salmaso e Nelson Ayres de uma das mais belas canções do mundo.
Alexis Kauffmann – Contra o ateísmo e o teísmo. Pela Ciência.
24 de Novembro de 2008(1) A Ciência é cética, não ateísta. Qualquer um que procure na Ciência uma justificativa ou fundamento para sua ideologia ateísta deveria aprender um pouco mais sobre Ciência.
(2) O ateísmo é, portanto, uma religião como outra qualquer, cheia de certezas irracionais e vazia de qualquer outro fundamento que não seja o desejo dos ateístas de NÃO crer em Deus.
(…)
As melhores coisas que a Ciência pode fazer sobre Deus são declarações céticas como “Não há nada que podemos afirmar sobre esse assunto”, “esse assunto de Deus não é sujeito a estudos científicos”, etc.
Mesmo que um cientista, ou muitos cientistas, ou mesmo TODOS os cientistas declarassem publicamente suas visões de mundo ateístas, isto não seria suficiente para afirmar que a Ciência propriamente dita é ateísta.
A Ciência, muito diversamente das religiões (inclusive o ateísmo) não finge que sabe cada pequena coisa no Universo. Ela é movida pela simples (e fantástica) ambição de aprender, no longo prazo, tudo o que é possível de ser conhecido no Universo.
A Ciência não exclui a hipótese de que, talvez, haja coisas que existam, mas, infelizmente, não sejam possíveis de conhecer com qualquer método ou instrumento concebível. Assim, cientificamente falando, as pessoas precisam aceitar que sempre poderá haver algo como um “Deus” nesse hipotético conjunto de coisas existentes mas incognoscíveis.
Eu não estou defendendo a religião. Se Deus é do reino das coisas incognoscíveis, então todas as religiões são contrafações, pois fingem conhecer intimamente algo que elas não podem saber de maneira alguma!
Indo além: só quem nunca trabalhou produzindo Ciência, nunca leu uma revista científica ou sequer uma bula de remédio, acredita que a Ciência “prova” a não-existência de Deus.
Para começar, ver a Ciência provando inequivocamente alguma coisa não é um evento tão freqüente quanto sugere a Superintessante.
Quem já trabalhou um pouquinho que seja sob a vara do método científico, sabe muito bem que produzir Ciência é, na sua maior parte, um trabalho de aproximações, estimativas, probabilidades e margens de erro. O discurso científico é enunciado necessariamente sob o império de definições restritas – a Ciência deixa para os filósofos o encargo das definições amplas. A verdade da Ciência é contingencial, isto é, válida apenas sob um determinado conjunto de circunstâncias variáveis. Mude as variáveis e a verdade muda.
Depois, a própria Ciência se encarrega de definir os próprios limites. Vamos deixar de lado a impossibilidade — “cientificamente demonstrada” — de saber a posição exata de partículas subatômicas, e vamos para o prosaico reino das mesquinhas preocupações humanas. Pergunte a cientistas bem-informados se…
1 – É possível prever se vai chover em Pindamonhangaba no dia de meu aniversário no ano de 2047?
2 – É possível calcular antecipadamente o placar de uma partida de basquete?
3 – É possível dizer se você será vítima de um assalto em algum dia dos próximos 5 anos?
4 – É possível afirmar que algum dos leitores deste post ganhará algum prêmio na Mega Sena nos próximos 10 anos?
Nem preciso dizer qual será a resposta para todas as perguntas.
A Ciência só pode afirmar que, com grande probabilidade, vai chover algumas vezes em Pindamonhangaba entre hoje e 2047. Pode até estimar quantas vezes e errar por pouco.
A Ciência também permite prever qual o time tem maior chance de ganhar uma partida basquete.
Também pode calcular a probabilidade de que alguém sofra um assalto num período de cinco anos a contar de hoje.
Ou ainda, a probabilidade de que pelo menos uma pessoa, em um dado conjunto de pessoas, ganhe algum prêmio na Mega Sena nos próximos 10 anos.
As singelas perguntas acima, da maneira como estão formuladas, envolvem variáveis demais, sendo que muitas dessas variáveis não são sequer quantificáveis.
Por exemplo, o placar de uma partida de basquete depende, além de incontáveis milhões de variáveis objetivas, da “motivação” dos jogadores e da equipe. Como inserir uma variável tão volátil como a “motivação” (um time motivado no primeiro quarto pode virar subitamente um time desmotivado no segundo quarto, como quem já assistiu qualquer partida de qualquer esporte pode testemunhar) em um modelo que permita uma margem mínima de previsibilidade?
Mesmo com todo o inegável avanço da Ciência, foguetes explodem antes de serem lançados, aviões cheios de passageiros caem, pessoas são atingidas por raios e até cardiologistas conceituados morrem de enfarte.
Um argumento recorrente e muito mal empregado pelos ateus na defesa de suas teses é o princípio de Occam: “quando duas teorias concorrentes podem ser ambas adequadas para explicar um dado fenômeno, deve-se preferir a mais simples”.
O princípio de Occam é prático. Mas significa apenas que, à falta de um critério melhor, deve-se utilizar a explicação mais simples até que novos dados sugiram o contrário, e NÃO que a explicação mais complexa seja necessariamente falsa em todas as ocasiões! Trata-se apenas de uma regra de bom-senso para guiar ações em situações de incerteza.
Outro dado que os ateus esquecem em seus discursos inflamados quando citam as realizações tecnológicas como provas da superioridade da Ciência é que, de fato, NÃO é necessário saber exatamente como e porque uma coisa funciona para que ela possa funcionar!
Besouros voam sem saber aerodinâmica, patos flutuam sem saber nada sobre construção naval.
E na bula do remédio cientificamente produzido pela indústria farmacêutica e cientificamente receitado pelo seu médico, provavelmente vem escrito uma frase como “o mecanismo de ação da [NOME DO COMPONENTE DA FÓRMULA] não é bem conhecido…”
Há muito mais besteirol no discurso ateísta, mas vou parando por aqui. Acho que, por hora, podemos afirmar que é preciso saber muito pouco sobre Ciência em geral para afirmar que ela “prova” que Deus não existe e que, portanto, os ateus não são menos cegos do que o fiel rebanho da maioria das religiões que tanto criticam.
Filosofia Antiga – Os Pré-Socráticos
3 de Setembro de 2008Para dar continuidade à nossa História da Filosofia, estou criando páginas específicas para cada grande grupo de filósofos ou de correntes de pensamento. A primeira delas é sobre os Pré-socráticos, os fundadores da filosofia grega. Para acessar, clique sobre o link, à direita desta página.
A revolta das máquinas
3 de Setembro de 2008Aqui tem um vídeo bem legal, da BBC.
Uma animação fantástica!
29 de Agosto de 2008Vale a pena assistir essa animação, feita com criatividade e inteligência.